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How I Met You MotherE aí pessoal, já estavam com saudades? Espero que sim. Acontece que neste meio tempo além da criatividade não ter ajudado eu não estava com muita disposição para escrever, sabe como é, fim de ano, festas… Mas além disso, o fato é que eu não li, nem assisti, ouvi ou conheci nada novo ou interessante que pudesse render um bom (ou não :P) post, até ter a oportunidade de assistir How I Met Your Mother (Tradução livre: “Como Conheci Sua Mãe”).

How I Met Your Mother é um sitcom da CBS criada por Carter Bays e Craig Thomas.

A série recebeu críticas bastantes positivas. É narrada por Ted Mosby, 25 anos no futuro, contando ao filho e à filha os eventos que o levaram a conhecer a mãe destes. No futuro, Ted, não é mostrada mas a voz é de Bob Saget. Nos primeiros episódios, os dois filhos de Ted eram visionados a ouvir a narração, mas nos episódios mais tardios são raramente visionados. Via Wikipedia.

Antes de mais nada vamos descobrir o que é um sitcom, pra quem não sabe a diferença entre sitcom e série - ou seriado - é basicamente o tempo de duração, enquanto um episódio de uma série gira em torno de 40 minutos (cortando comercias e afins) os episódios dos sitcoms tem cerca de 20 minutos, algumas vezes 25 minutos, é o caso do seriado (ou seria sitcom?) My Name Is Earl.

Mas voltando ao HIMYM, como estou relativamente em dia com as séries que assisto resolvi baixar algo diferente para poder ver enquanto estava na praia. Só tive chance de assistir dois episódios por lá, que por sinal gostei muito, a galera toda tirando um cochilo e eu rindo igual besta a cada cena deste que já se tornou meu seriado de comédia preferido, e olha que tem concorrentes de peso como My Wife And Kids (Eu, a patroa e a crianças), My Name Is Earl, Chaves e etc.

Não há muito o que se comentar, explorar ou filosofar quando se trata de comédia, ao fazer isso acabamos tentando descrever piadas que só são engraçadas devido a interpretação, cenário, roteiro e por aí vai, mas não posso deixar de comentar o personagem Barney (Interpretado por Neil Patrick Harris), que não é aquele personagem infantil que você conhece, ou talvez seja um personagem infantil, só não sei se você conhece :-D, vixe isso está ficando complicado, deixa lá…voltando.

Barney é um exemplo real de um personagem que era para ser coadjuvante mas que por praticamente unanimidade se tornou o protagonista da série, muitas vezes este feito não depende exclusivamente do talento do ator, mas de uma série de fatores, entre eles o roteiro, a interpretação a interação do grupo, todas essas coisas juntas fizeram de Barney um personagem pra lá de engraçado, e cá pra nós em uma série de comédia o personagem principal tem que ser o mais engraçado.

Barney

A série está atualmente (01/2008) em sua terceira temporada.

Bom acho que é isso, só pra finalizar e para vocês entenderem melhor o estilo do seriado, HIMYM lembra um pouco Friends.

Assistam e me digam (através dos comentários) o que vocês acharam.

Para saber mais sobre este e outros seriados você pode acessar o site da IsFfree.TV (http://www.isfree.tv) e para baixar os episódios vocês podem acessar o IsLifeCorp (http://www.islifecorp.com.br).

RECOMENDO de olho fechado.

Bom divertimento!

One Tree Hill

Gosto de analisar as preferências não só dos outros, mas principalmente as minhas, e cheguei a conclusão de que gosto muito de dramas adolescentes. Isso começou com Malhação no ano de estréia, em 1995.

Com o mínimo de senso crítico percebe-se que Malhação vem repetindo a mesma história a cada ano, praticamente só mudam os personagens. Fico tentando entender o porquê mesmo tendo consciência disso ainda assim continuei assistindo. Pra quem espera a resposta para esse dilema, vou ter que desapontá-los pois ainda não descobri, mas acredito que tenha alguma ligação com o passado, pois gosto muito de relembrar as coisas boas de infância e talvez esse tipo de programação me ajude nisso. Hoje em dia não assisto mais por falta de tempo, mas se pudesse acredito que o faria.

Mas vamos ao que interessa, comecei o post falando de Malhação, que chega a ser uma ofensa comparar com One Tree Hill. OTH é um drama mesmo, mostra muitas situações que realmente acorrem na adolescência, dilemas que temos que enfrentar, as burradas que cometemos, as bobagens que falamos e o que fazemos para preservar as pessoas que amamos. A série é exibida pelo canal THE CW nos EUA, e exibida no Brasil pela FOX e pelo SBT (Como Lances da Vida). O Seriado foi criado em 2003, contando até agora com 4 temporadas. A Quinta temporada está prevista para Janeiro de 2008 nos EUA.

Nathan e Lucas são dois meio irmãos que só têm em comum o pai, Dan Scott, e o dom para jogar basquete. Nathan foi criado como o “queridinho” do papai e sempre teve de tudo, ele é o ídolo do time de basquete e o garoto mais popular da escola, enquanto o solitário Lucas foi criado por sua mãe Karen e pelo tio paterno Keith, com muita dificuldade e, apesar de ser um excelente jogador de basquete, só joga por diversão. Via Wikipedia

O lance do basquete na série é um fator primordial pra mim, os momentos em que mais vibrei foram os que acorreram nos jogos.

Este é o tipo de série que te prende, você não só quer saber o que vai acontecer mas precisa saber o que vai acontecer (tá, foi emotivo demais…rs), muito raramente você termina um episódio sem uma vontade imensa de ver o próximo, como são 4 temporadas com 22 episódios cada, o que totaliza cerca de 62 horas. Se você resolver assistir terá muitas horas de diversão e emoção. Recomendadíssimo!.

Achei um vídeo bacana no youtube, mostra alguns momentos da série.

Abertura da série

Prison Break

A primeira série que assisti todos os episódios foi Lost, quando terminei de assistir a segunda temporada (a última que tinha em DVD na época) fiquei sem muita coisa para fazer nos momentos de folga, foi aí que saí na busca de uma nova série para assistir. Na locadora onde eu pegava Lost, tinham poucas opções de séries, mas Prison Break era uma delas. Peguei o primeiro DVD meio com o pé atrás porque não imaginava que pudesse ser criado algo no mesmo nível ou melhor que Lost. Ainda bem que eu estava errado, acabei conhecendo a melhor série que já assisti.

Michael Scofield (Wentworth Miller) é um homem desesperado, seu irmão Lincoln Burrows (Dominic Purcell), está no corredor da morte e será executado em alguns meses, após ser condenado por um assassinato que Michael está convencido que Lincoln não cometeu. Sem outras opções e com o tempo acabando, Michael assalta um banco para ser preso e levado para a penitenciária estadual Fox River, o mesmo local onde seu irmão está cumprindo pena. Uma vez lá dentro, Michael — um engenheiro civil — começa a executar um elaborado plano para libertar Lincoln e provar a inocência dele. Via Wikipedia.

A primeira temporada de Prison Break foi do tipo que quando termina um episódio você mesmo que sem querer solta um “Puta que pariu!” (Que coisa feia, falando palavrão…), o episódio piloto foi formidável, um convite irrecusável para continuar assistindo. Ao decorrer da temporada você se pergunta várias vezes “Como é que ele vai sair dessa agora?” Talvez seja sua fórmula de sucesso.

Eu gosto de seriados porque diferente dos filmes, apesar de existir um personagem central você tem, na maioria das vezes, a oportunidade de conhecer um pouco mais da história dos demais personagens, em Prison Break diga-se de passagem tem um personagem que não só pra mim, mas para a maioria dos fãs faz toda a diferença, talvez não só o personagem em si, mas a interpretação do ator Robert Knepper, falo do Theodore Bagwell, ou T-Bag para os mais intímos.

A série era para ter apenas uma temporada, mas devido o sucesso ganhou mais duas, tudo indica que a terceira será a última temporada, infelizmente para alguns e felizmente para outros.

Assista Prison Break e veja do que a mente de um autor é capaz…

Não encontrei um vídeo melhor no Youtube, mas segue abaixo uma edição feita por um fã, ficou bonito.

Grey's Anatomy

Grey’s Anatomy é um seriado médico norte-americano exibido pela ABC. Comecei a assistir essa série a mais ou menos 6 meses, assim que descobri o fascinante mundo das séries. Confesso que mesmo vendo elogios vindos de várias fontes na internet, como estava acostumado (e fissurado) por séries como Lost, Heroes e Prison Break a idéia de um drama médico não me despertava tanto interesse, talvez pelo fato de ter visto alguns episódios de E.R (Exibido como Plantão Médico na Rede Globo) e não ter achado lá essas coisas… Contudo, Grey’s Anatomy me encantou desde o primeiro episódio, pois me fez mergulhar no mundo de seus personagens e viver junto os dramas, alegrias e tristezas de cada um.

Ao fim de cada episódio fico mais ansioso para saber o que vai acontecer com Meredith, Cristina, Izzie, George e companhia no fictício hospital cirúrgico Seattle Grace. Interessante um seriado conseguir de forma tão fantástica reunir situações diversas. Quando não te faz sorrir, te faz chorar, e quando não é o suficiente para que chore te faz ao menos refletir sobre a vida.

Se você curte séries e ainda não assistiu por algum motivo, não perca mais tempo, a menos que seja daqueles que só gostam de violência e ação em 100% do tempo, tenho certeza que vai adorar a série, pois mesmo sendo um drama médico há situações de tirar o fôlego como na vez em que…ops! Não pode contar. Corra porque esse eu TE RECOMENDO!


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