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Capa do Filme The Corporation

Faço faculdade de Administração de Empresas e tenho aula de Filosofia, o professor desta matéria passou um filme - na verdade um documentário - muito interessante chamado The Corporation (A Corporação). A cada dia fico mais impressionado com a quantidade de informações que a grande massa não tem acesso, filmes como este fazem com que tenhamos uma visão diferente de mundo, mesmo que por pouco tempo.

Poucos são os filmes que mexem com nossas convicções mais profundas sobre os tempos turbulentos nos quais vem tropeçando a nossa dita civilização, o filme The Corporation consegue isso de uma forma extraordinária.

Não há dúvida de que as corporações são escrotas, contudo o filme mostra até que ponto elas podem chegar. além de mostrar a história corporativa dissecando o seu significado inicial até o monstro fora de controle de hoje em dia, é muito mais bacana mostrar os absurdos do que apenas saber deles de ouvido.

O filme alarma o espectador com mais eficácia do que a coleta de fatos dispersos - nada chega a ser novidade, mas The Corporation mantém uma linha lógica de raciocínio que nos envolve e explica como as grandes corporações chegaram a governar o mundo. Se a gente reclama da Globo aqui no Brasil, imagina o poder da Coca-Cola no mundo todo.

Questões como aumentar a produção de um determinado produto, uma jaqueta jeans por exemplo, que utiliza mão-de-obra barata em países asiáticos, africanos e latino-americanos são mostrados à exaustão. Algo como, uma camisa de marca internacional é produzida por menos de U$ 1,78 e vendidas por US$ 89,00. Situações como a de operários que recebem por hora a bagatela de US$ 0,03 e ainda são extremamente gratos por terem um emprego é mostrado também.

Um espetáculo triste de um mundo que poderia ser um paraíso para todos, independente de sua classe social, sua etnia/raça, seu grau de instrução ou volume de riquezas acumuladas, temos que ficar espertos porque estamos deixando passar uma grandeza que poderia ser nossa se apenas investíssemos em nós mesmos, para sermos humanos, dotados de uma compreensão mais abrangente e aguçada do significado da vida.

Este post foi adaptado do texto de Washington Araújo em Blog Cidadão

No youtube tem o filme dividido em várias partes, não vou colocar aqui porque são muitos.

Foto de Waldez Luiz Ludwig

Uma vez navegando no finado site de torrents BrasilShare encontrei uma palestra do qual não tenho certeza absoluta do nome, mas era algo do tipo “Como conseguir trabalho em um país sem emprego” ministrada pelo professor, consultor em gestão empresarial e palestrante Waldez Luiz Ludwig que é formado em Psicologia pela Universidade de Brasília e em Teatro pela Fundação Brasileira de Teatro.

As palestras que ele ministra são basicamente voltadas para a tendência da administração de empresas e apesar de não terem teor motivacional explícito acabam de uma forma ou de outra preenchendo este nicho também, ao menos pra mim serviu para este propósito.

Waldez frisa muito que o desemprego não existe, o que existe é a falta de pessoas capacitadas para aquilo que as organizações necessitam. Outro ponto importante que ele toca é que precisamos tirar da cabeça que trabalhar é igual a sacrifício, trabalhar deve ser igual a amar e que não devemos fazer o que amamos e sim amar o que fazemos, imagina se todos fossem fazer o que ama…o mundo estaria perdido. Suas palestras sobre o assunto são envolventes, dinâmicas e muito engraçadas, provávelmente o fato de ter se formado em teatro ajudou muito nestas características.

No youtube tem uma quantidade razoável de vídeos dele, assistam vocês também e digam se gostaram ou não através do formulário para comentários. Se você tá gostando dos posts por favor comente, sua opinião é muito importante pra mim.

Para saber mais acesse o http://www.ludwig.com.br

Segue abaixo os vídeos de quando ele foi no Programa do Jô:

Damien Rice

Sabe quando você fica muito vibrado em um estilo de música ao ponto de algumas pessoas falarem que você precisa escutar algo diferente? Aconteceu comigo com relação ao Rock, tiveram épocas em que eu só escutava músicas deste gênero, em suas várias ramificações é verdade, mas ainda sim Rock N’ Roll. Então resolvi diversificar um pouco…

Conheci Damien Rice de uma forma engraçada, um primo meu que veio de Brasília trouxe um DVD com um filminho das fotos do casamento dele, tinha uma música “nacional” que me chamou a atenção, apesar da letra horrível (na minha opinião) a musicalidade e as vozes eram ótimas. Na hora nem lembrei de perguntar quem cantava, mas fiquei com ela na cabeça e dizendo em pensamento “É disso que o cenário nacional estava precisando.“.

O tempo passou e um dia eu assistindo o filme Closer Perto Demais começa a tocar uma música ótima, pensei comigo mesmo: “Conheço essa música“, era The Blowers Daughter do Damien Rice. Vocês devem estar curiosos para saber o que tem haver uma coisa com a outra… A tal música do DVD do casamento era uma versão nacional dela, interpretada por Ana Carolina e Seu Jorge, não vou mentir que na hora fiquei decepcionado e já exclamei “Tava bom de mais pra ser verdade, uma coisa boa dessa tinha que ter vindo de outro lugar…“, mas não estou aqui para falar da qualidade da música brasileira (ainda).

Damien Rice é um músico Irlandês que lançou, em meados de 2002, seu primeiro álbum, chamado “Ó” que bateu a marca de 2 milhões de discos vendidos, o que foi uma surpresa já que a estimativa de vendas era de no máximo mil unidades. E não poderia ser diferente, parece que cada música foi pensada em detalhes, acho que em meio a tantas firulas que encontramos hoje em dia com guitarras pesadas, sintetizadores e batuques a simplicidade aparece como um pontinho brilhante no fundo do túnel, diferente do que estamos acostumados.

Uma característica interessante de Damien é que ele odeia o sucesso. De acordo com as suas próprias palavras, “o dinheiro só me faz sentir fora de equilíbrio com meus amigos, então não quero mais dinheiro. A mesma coisa com a fama. Não quero ser famoso. Não sou uma celebridade.”. Para alguns esse tipo de declaração é vista com maus olhos, contudo Damien se comporta como tal, usa camisetas velhas e calças rasgadas nos seus shows.

A maioria das músicas são levadas no violão mas ainda contam com a ajuda de piano, violoncelo, violino, percussão e etc.

Além do disco “Ó” ele ainda tem um mais novo chamado “9” que também ficou muito bom.

Recomendo fortemente. Destaque para as faixas:

  • The Blowers Daughter
  • Cold Water
  • Delicate
  • 9 Crimes

Prison Break

A primeira série que assisti todos os episódios foi Lost, quando terminei de assistir a segunda temporada (a última que tinha em DVD na época) fiquei sem muita coisa para fazer nos momentos de folga, foi aí que saí na busca de uma nova série para assistir. Na locadora onde eu pegava Lost, tinham poucas opções de séries, mas Prison Break era uma delas. Peguei o primeiro DVD meio com o pé atrás porque não imaginava que pudesse ser criado algo no mesmo nível ou melhor que Lost. Ainda bem que eu estava errado, acabei conhecendo a melhor série que já assisti.

Michael Scofield (Wentworth Miller) é um homem desesperado, seu irmão Lincoln Burrows (Dominic Purcell), está no corredor da morte e será executado em alguns meses, após ser condenado por um assassinato que Michael está convencido que Lincoln não cometeu. Sem outras opções e com o tempo acabando, Michael assalta um banco para ser preso e levado para a penitenciária estadual Fox River, o mesmo local onde seu irmão está cumprindo pena. Uma vez lá dentro, Michael — um engenheiro civil — começa a executar um elaborado plano para libertar Lincoln e provar a inocência dele. Via Wikipedia.

A primeira temporada de Prison Break foi do tipo que quando termina um episódio você mesmo que sem querer solta um “Puta que pariu!” (Que coisa feia, falando palavrão…), o episódio piloto foi formidável, um convite irrecusável para continuar assistindo. Ao decorrer da temporada você se pergunta várias vezes “Como é que ele vai sair dessa agora?” Talvez seja sua fórmula de sucesso.

Eu gosto de seriados porque diferente dos filmes, apesar de existir um personagem central você tem, na maioria das vezes, a oportunidade de conhecer um pouco mais da história dos demais personagens, em Prison Break diga-se de passagem tem um personagem que não só pra mim, mas para a maioria dos fãs faz toda a diferença, talvez não só o personagem em si, mas a interpretação do ator Robert Knepper, falo do Theodore Bagwell, ou T-Bag para os mais intímos.

A série era para ter apenas uma temporada, mas devido o sucesso ganhou mais duas, tudo indica que a terceira será a última temporada, infelizmente para alguns e felizmente para outros.

Assista Prison Break e veja do que a mente de um autor é capaz…

Não encontrei um vídeo melhor no Youtube, mas segue abaixo uma edição feita por um fã, ficou bonito.

A mais ou menos 3 anos atrás, um rapaz que trabalhava comigo comentou que era fã de uma banda chamada Audioslave, eu já tinha ouvido falar, mas como nessa época eu não era tão fissurado por conhecer novas bandas, acabei não tendo curiosidade suficiente para pesquisar algo sobre a banda.

De lá pra cá em raras ocasiões li ou ouvi algo a respeito. Mas algum tempo atrás o guitarrista da banda que faço parte, fez um comentário positivo sobre o Audioslave. Como ele tem um gosto musical parecido com o meu, resolvi conferir.

A primeira música que ouvi foi Like a Stone, de cara gostei muito do som, me impressionou a voz do vocalista, fazia algum tempo que não me deparava com uma voz tão diferente, uma voz “rasgada” e forte.

Lendo mais a respeito da banda em uma única informação fiquei sabendo de 3 coisas que não sabia:

  • O Soundgarden acabou.
  • O Rage Against The Machine acabou.
  • O Audioslave é formado pelos antigos integrantes do Rage Against The Machine + o Ex-vocalista do Soundgarden (substituindo o Ex-vocalista do Rage Against The Machine).

O Soundgarden conheci quando adquiri um gravador de CD e comecei a gravar CD para vizinhança toda, no meio dessa clientela tinha um pessoal da escola que curtia grunge, por diversas vezes gravei Soundgarden para eles.

O Rage Against The Machine conheci em uma festinha organizada pelos amigos, tocaram a música Killing In The Name Of. Que também gostei da sonoridade e animação, depois ouvi mais algumas músicas, mas não gostei, achei que tinha “Hip-Hop” sobrando.

Pesquisando um pouco mais, li relatos de alguns fans do Soundgarden, dizendo que o Chris Cornell (Vocalista do Audioslave), cantava muito melhor do que tem mostrado no Audioslave, peguei algumas músicas do Soundgarden, realmente o cara era muito bom nessa época, tinha uns agudos que não se vê nas músicas do Audioslave, entre um texto e outro acabei descobrindo que ele também arrebentava na banda Temple Of The Dog, formada pelos integrantes do Pearl Jam e Soundgarden. Eles gravaram apenas um disco, que carrega o mesmo nome da banda.

De tudo que ouvi Chris Cornell cantando, nada se compara com o desempenho dele no Temple Of The Dog, destaque para a faixa “Say Hello To Heaven”, a voz dele combinou bastante com a do Eddie Vedder.

Antes do Audioslave, Chris Cornell ainda gravou um CD solo, chamado Euphoria Morning, só ouvi a música Can’t Change Me, então não posso julgar o álbum, o fato é que pra mim Chris Cornell é (ou foi) um dos melhores vocalistas do mundo, não só pela voz, mas pelos caminhos que trilhou, considero um sucesso todas as bandas que ele passou.

Voltando ao Audioslave, a banda também acabou (denovo?) este ano. Chris Cornel tem seguido carreira solo divulgando seu novo CD Carry On que ainda não tive oportunidade de ouvir.

Segue abaixo minhas músicas preferidas das banda citadas:

  • Audioslave: Like a Stone, Cochise e The Worm.
  • Soundgarden: Jesus Christ Pose e Black Hole Sun.
  • Temple Of The Dog: Say Hello To Heaven e Hunger Strike.
  • Chris Cornell: Can’t Change Me (Como se eu tivesse opção :-P).

É provável que este texto não tenha utilidade para a maioria das pessoas que já utilizam internet a bastante tempo ou pessoas do meio técnico, contudo a proposta é atingir pessoas “não técnicas”, para que possam desfrutar dessas maravilhas que a tecnologia pode proporcionar.

Acessando o site http://www.bloglines.com ao menos aqui, mesmo o navegador estando em português, o site foi aberto em inglês, mas isso não é problema, pois podemos reverter isso com apenas um clique, para isso, clique em “Português” no menu da parte inferior do lado esquerdo “Choose your language”.

Agora que as coisas estão mais claras para a maioria das pessoas, vamos nos registrar no serviço. Bem no centro da página tem um link “Escreva-se agora É gratuíto” (Sign up now It’s free!), clicando nele, temos acesso a página de registro (obviamente), são apenas 6 campos. Vamos preencher?

Depois de preenchido leia os termos do serviço e se estiver de acordo, clique em Registrar.

Você receberá um e-mail com o assunto “Bloglines Validation Email” abra-o e clique no link que o acompanha, isso serve para validar sua conta, assim você passa a ter acesso ao sistema.

Estando logado podemos adicionar nosso primeiro feed, para isso clique em Feeds na barra de navegação superior.

Na página seguinte clique em Adicionar (Add), assim na página ao lado temos um campo para colocar o endereço do feed do site que queremos adicionar, esse endereço você consegue geralmente em algum link na página principal do site ou blog em questão, procure algo como RSS, XML, Feeds, etc, ou uma imagem parecida com essa ou essa RSS, o endereço dos feeds de notícias do Terra por exemplo é http://rss.terra.com.br/.

Colocando o endereço desejado, clique em Assinar. Chegados a um pequeno formulário para configurações desse novo feed, essa parte refere-se a configurações pessoais de quem estiver utilizando, normalmente só mudo o diretório, para deixar todos os feeds separados por categoria. Ao final da configuração desejada clique em Assinar novamente.

Pronto, agora conforme você vai adicionando feeds e diretórios a coluna do lado esquerdo vai crescendo e você começará a perder menos tempo todos os dias ;-).

Espero que este post possa ajudar as pessoas leigas no assunto a desfrutar dessa maravilha.

Feeds RSS

Pesquisando no Google por RSS o primeiro link do resultado é uma página da Wikipédia com explicações bem detalhadas sobre o assunto, sendo assim não vou estender o assunto e tão pouco reproduzir o conteúdo aqui, até porque o conteúdo da Wikipédia é atualizado constantemente por voluntários ao redor do mundo.

O objetivo desse post é compartilhar com vocês minha experiência nos últimos tempos com os feeds RSS, sempre li algo sobre o assunto e entendia de forma resumida do que se tratava, mas nunca utilizei no dia-a-dia, como tenho feito.

Tenho mania de ler sites de notícias e alguns blogs, faço isso diariamente e levava cerca de 45 minutos para visitar todos. Acontece que cada site ou blog tem uma forma diferente de postar, uns várias vezes ao dia, outros na parte da manhã, outros de noite e outros simplesmente não tem uma regra estabelecida.

Eu sempre soube que o RSS me ajudaria nisso, pois teria uma forma rápida de obter informações de todos os sites de uma vez só, saberia exatamente o que já li, e o melhor de tudo, ser alertado quando algum dos sites recebe uma atualização, dentre outras coisas. A pergunta é: Por que motivo eu ainda não havia utilizado? Simples…Tudo está bom do jeito que está! (É difícil assumir mas…), o que esquecemos é que as coisas podem ficar ainda melhor, sendo assim tomei vergonha na cara e pesquisei um pouco mais sobre o assunto.

A primeira coisa que fiz foi verificar se todos os sites que visito tem suporte a feeds RSS e adivinhem só, Todos tem suporte, então para ter os benefícios que citei me resta apenas escolher o aplicativo para leitura dos feeds, hummm…. Aplicativo? Sim, mas isso não quer dizer que preciso instalar um software a mais em meu computador, foi isso que descobri durante minha pesquisa, existe um aplicativo para leitura de feeds, via web, grátis e com suporte a vários idiomas, é o Bloglines, uma ótima maneira de ler feeds, pois está ali, tudo na internet onde quer que eu vá meus feeds estarão lá, prontos para serem lidos. Vale observar que o Bloglines é apenas a opção que eu uso para ler os feeds, existem outras alternativas.

O aplicativo é rápido e eficiente ainda não tive oportunidade de testar outros aplicativos com calma, então fico sem parâmetros para comparação.

Finalmente com a ajuda dos feeds, tenho levado cerca de 15 minutos para ler o “mesmo” conteúdo que eu lia em 45 minutos.

Estou certo de que este post não foi tão esclarecedor quanto ao assunto para os leigos, mas além do link para Wikipedia que você pode usar como fonte de pesquisa, saiba que quando vamos ler os tais Feeds é como se estivéssemos lendo e-mails, é bem parecido, onde cada notícia de cada site representa uma mensagem e você vai abrindo uma por uma na mesma página.

Aguardem, pois no próximo post vou descrever de forma simples (para iniciantes) como utilizar o Bloglines e ter os benefícios citados neste post.

Este post é pra quem ainda, por algum motivo, não conhece este excelente navegador. Firefox é um navegador livre e multi-plataforma desenvolvido pela Mozilla Foundation com ajuda de centenas de colaboradores ao redor do mundo. Se você é daqueles que achou o Internet Explorer 7 a oitava maravilha do mundo, saiba que este não chega nem perto do Firefox, aliás (eu prometi pra mim mesmo que não ia levar para o lado pessoal, mas não aguento…rs), você sabia que o Firefox que popularizou o conceito de navegação em abas? O mesmo se aplica ao bloqueio de janelas Pop-UP, campo de busca rápida no topo da janela, etc…

Particularmente, o que acho mais bacana no Firefox - com excessão das extensões (explicadas adiante), obviamente - é apenas um detalhe, mas que faz toda diferença na experiência de utilização, falo do sistema de pesquisa na página corrente (equivalente ao F3 do IE), no firefox conforme você digita ele vai buscando em tempo real a string (texto) na página, e o mecanisno é aberto em forma de barra no rodapé do navegador e não em uma nova janela onde temos que abri-la, digitar algo, pressionar o botão e aí sim ter o resultado esperado. Tá legal, eu sei que ficou confuso, mas imagens dizem mais do que palavras, veja como isso funciona na prática:

Exemplo de pesquisa firefox

O Firefox por si só já é muito bom, mas imagina que ele ainda dá suporte a extensões, extensões?! é… Imagine extensões como plugins e talvez faça mais sentido pra você, eles são encontrados as centenas no site https://addons.mozilla.org/en-US/firefox/ , cada um serve para uma coisa, uns melhoram ainda mais a experiência de navegação, outros oferecem ferramentas para desenvolvedores, outros deixam o firefox mais rápido e assim por diante.

Não perca mais tempo, baixe já o Firefox…Ele é Software Livre, entre outras coisas isso quer dizer que você pode usar gratuitamente sem custo nenhum…E não trata-se de versão de teste ou coisa parecida, é o aplicativo completo com tudo que você tem direito.

Livro Pai Rico Pai Pobre

Este foi sem dúvida o livro que me fez pegar gosto pela leitura, até então a imagem que havia em minha mente com relação a leitura não era das melhores. Pois é, não posso dizer que este hábito sempre fez parte do meu cotidiano, talvez com excessão de textos que de uma forma ou de outra tinham relação com a área técnica.

Lembro-me como se fosse hoje o que pensei quando abri o livro Pai Rico, Pai Pobre: Nossa existem coisas bacanas assim em livros?. Não pude conter a curiosidade para saber o que vinha nas próximas páginas, e lá se foram um dia e uma noite praticamente inteiros, não poderia deixar para o dia seguinte “tudo” o que Robert tinha a dizer sobre o dinheiro, ele mostra de forma extraordinária porque muitas pessoas mesmo tendo um ótimo salário não conseguem a independência financeira. Para quem não sabe, independência financeira é praticamente você parar de trabalhar e mesmo assim ter uma forma de se manter com o mesmo ou melhor padrão de vida que tem hoje.

Interessante que não se trata de ter muito ou pouco dinheiro e sim a forma como lida com ele. Em que você tem investido seu dinheiro? Em coisas que tiram ou colocam dinheiro em seu bolso? Pra quem acha, assim como eu achava, que uma casa ou um carro trata-se de um bom investimento, imagine o quanto de dinheiro que eles tiram do seu bolso, é manutenção, imposto, juros (em caso de financiamento) e muitos outros.

Leitura fácil e agradável, você nem percebe o tempo passar.

Escolha se quer ser o Pai Rico ou o Pai Pobre, ainda há tempo para mudança! Boa leitura.


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