Série: How I Met Your Mother


How I Met You MotherE aí pessoal, já estavam com saudades? Espero que sim. Acontece que neste meio tempo além da criatividade não ter ajudado eu não estava com muita disposição para escrever, sabe como é, fim de ano, festas… Mas além disso, o fato é que eu não li, nem assisti, ouvi ou conheci nada novo ou interessante que pudesse render um bom (ou não :P ) post, até ter a oportunidade de assistir How I Met Your Mother (Tradução livre: “Como Conheci Sua Mãe”).

How I Met Your Mother é um sitcom da CBS criada por Carter Bays e Craig Thomas.

A série recebeu críticas bastantes positivas. É narrada por Ted Mosby, 25 anos no futuro, contando ao filho e à filha os eventos que o levaram a conhecer a mãe destes. No futuro, Ted, não é mostrada mas a voz é de Bob Saget. Nos primeiros episódios, os dois filhos de Ted eram visionados a ouvir a narração, mas nos episódios mais tardios são raramente visionados. Via Wikipedia.


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Filme: Déjà Vu


* A recomendação abaixo é uma colaboração do meu amigo Marco Rios Bazán um paraguaio que me deixou bebâdo que conheci quando ministrei um curso de GNU/Linux em Foz do Iguaçu.

Capa do Filme Déjà Vu Sabe aquela sensação estranha de déjà vuquando conhecemos alguém novo e sentimos que já o conhecemos, ou quando reconhecemos um lugar apesar de termos certeza que nunca estivemos lá antes – por isso todo mundo já passou…

Então, este filme faz você pensar bastante sobre este mistério… como você pode se lembrar de alguma coisa que nunca fez? O pior é comentar com os amigos e eles perguntarem: Então o que acontece agora? Ninguém nunca lembra…rs

No filme, Doug Carlin (Denzel Washington) é um agente da ATF (Alcohol, tobacco and Firearms) que guiado pela sensação do déjà vu inicia uma investigação de um crime que parece não ter sentido algum, mas no decorrer da trama pode-se notar que tudo está ligado ao crime e as coincidências aumentam a cada passo tornando tudo mais confuso ainda, o que nos leva a ficar atento a cada detalhe do filme.

Cena do Filme Déjà Vu


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Música: Rosa de Saron


Rosa de Saron

Rosa de Saron é uma banda nacional de Rock cristão, o grupo tem como proposta evangelizar através da música de uma forma sutil. As letras não deixam claro que trata-se de uma banda cristã, não falam explicitamente as palavras Deus, Jesus, Maria e outras relacionadas à religião, contudo basta um pouco mais de atenção para perceber que as canções conduzidas por Guilherme, Rogério, Eduardo e Grevão são dotadas de uma espiritualidade enorme e não poderiam ser direcionadas a outra pessoa senão Deus, não estou dizendo que não existam belas canções direcionadas para amigos, mulheres, filhos, etc…mas acredite, ao ouvir as músicas você notará a diferença.

O grupo já tem bastante tempo de estrada, em 2008 completará 20 anos de existência e está previsto para a comemoração o lançamento do primeiro DVD.


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Música: Third Eye Blind, Sister Hazel, Lifehouse e Lit

Third Eye Blind

Não pretendo com este post fazer uma análise profunda sobre essas bandas, até por não ter bagagem suficiente para isso, o ponto é que elas tem em comum o fato de não serem tão conhecidas no Brasil (Ou talvez, qualquer outro país fora de suas origens), com excessão talvez do Lifehouse, que pela pesquisa que fiz no Orkut tem uma quantidade razoável de membros em sua respectiva comunidade.

Mas por que afinal elaborei um post com as 4 bandas juntas? Que relação existe entre elas? Talvez nenhuma, mas no meu ponto de vista elas tem uma sonoridade parecida, sendo assim se você se sentir motivado à ouvir Third Eye Blind vale a pena ouvir as outras também.

Third Eye Blind ou 3eb é uma banda americana de rock alternativo formada em 1993. Eles lançaram 3 albúns inéditos e mais uma coleção, sendo o primeiro lançado em 1997 tendo como título o próprio nome da banda, o segundo intitulado Blue em 1999 e o terceiro chamado Out of the Vain em 2003, a coleção veio em 2006 com o título A Collection. Particularmente bandas que tem um intervalo de lançamento acima de 2 anos entre um albúm e outro costumam ter crédito extra comigo, pra mim música é arte e ponto, parece óbiviu mas tem gente que anda esquecendo disso. Não se cria uma obra de arte todo dia, quem já tentou compor uma única música sabe o quanto pode ser difícil, sendo assim imaginem o quanto é preciso se dedicar para finalizar um álbum completo, isso leva tempo, cada música é única e deve expressar não só palavras mas sentimentos.


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Série: One Tree Hill (Lances da Vida)

One Tree Hill

Gosto de analisar as preferências não só dos outros, mas principalmente as minhas, e cheguei a conclusão de que gosto muito de dramas adolescentes. Isso começou com Malhação no ano de estréia, em 1995.

Com o mínimo de senso crítico percebe-se que Malhação vem repetindo a mesma história a cada ano, praticamente só mudam os personagens. Fico tentando entender o porquê mesmo tendo consciência disso ainda assim continuei assistindo. Pra quem espera a resposta para esse dilema, vou ter que desapontá-los pois ainda não descobri, mas acredito que tenha alguma ligação com o passado, pois gosto muito de relembrar as coisas boas de infância e talvez esse tipo de programação me ajude nisso. Hoje em dia não assisto mais por falta de tempo, mas se pudesse acredito que o faria.


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Filmes: The Corporation

Capa do Filme The Corporation

Faço faculdade de Administração de Empresas e tenho aula de Filosofia, o professor desta matéria passou um filme – na verdade um documentário – muito interessante chamado The Corporation (A Corporação). A cada dia fico mais impressionado com a quantidade de informações que a grande massa não tem acesso, filmes como este fazem com que tenhamos uma visão diferente de mundo, mesmo que por pouco tempo.

Poucos são os filmes que mexem com nossas convicções mais profundas sobre os tempos turbulentos nos quais vem tropeçando a nossa dita civilização, o filme The Corporation consegue isso de uma forma extraordinária.

Não há dúvida de que as corporações são escrotas, contudo o filme mostra até que ponto elas podem chegar. além de mostrar a história corporativa dissecando o seu significado inicial até o monstro fora de controle de hoje em dia, é muito mais bacana mostrar os absurdos do que apenas saber deles de ouvido.


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Palestras de Waldez Luiz Ludwig

Foto de Waldez Luiz Ludwig

Uma vez navegando no finado site de torrents BrasilShare encontrei uma palestra do qual não tenho certeza absoluta do nome, mas era algo do tipo “Como conseguir trabalho em um país sem emprego” ministrada pelo professor, consultor em gestão empresarial e palestrante Waldez Luiz Ludwig que é formado em Psicologia pela Universidade de Brasília e em Teatro pela Fundação Brasileira de Teatro.

As palestras que ele ministra são basicamente voltadas para a tendência da administração de empresas e apesar de não terem teor motivacional explícito acabam de uma forma ou de outra preenchendo este nicho também, ao menos pra mim serviu para este propósito.


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Música: Damien Rice

Damien Rice

Sabe quando você fica muito vibrado em um estilo de música ao ponto de algumas pessoas falarem que você precisa escutar algo diferente? Aconteceu comigo com relação ao Rock, tiveram épocas em que eu só escutava músicas deste gênero, em suas várias ramificações é verdade, mas ainda sim Rock N’ Roll. Então resolvi diversificar um pouco…

Conheci Damien Rice de uma forma engraçada, um primo meu que veio de Brasília trouxe um DVD com um filminho das fotos do casamento dele, tinha uma música “nacional” que me chamou a atenção, apesar da letra horrível (na minha opinião) a musicalidade e as vozes eram ótimas. Na hora nem lembrei de perguntar quem cantava, mas fiquei com ela na cabeça e dizendo em pensamento “É disso que o cenário nacional estava precisando.“.

O tempo passou e um dia eu assistindo o filme Closer Perto Demais começa a tocar uma música ótima, pensei comigo mesmo: “Conheço essa música“, era The Blowers Daughter do Damien Rice. Vocês devem estar curiosos para saber o que tem haver uma coisa com a outra… A tal música do DVD do casamento era uma versão nacional dela, interpretada por Ana Carolina e Seu Jorge, não vou mentir que na hora fiquei decepcionado e já exclamei “Tava bom de mais pra ser verdade, uma coisa boa dessa tinha que ter vindo de outro lugar…“, mas não estou aqui para falar da qualidade da música brasileira (ainda).


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Séries: Prison Break

Prison Break

A primeira série que assisti todos os episódios foi Lost, quando terminei de assistir a segunda temporada (a última que tinha em DVD na época) fiquei sem muita coisa para fazer nos momentos de folga, foi aí que saí na busca de uma nova série para assistir. Na locadora onde eu pegava Lost, tinham poucas opções de séries, mas Prison Break era uma delas. Peguei o primeiro DVD meio com o pé atrás porque não imaginava que pudesse ser criado algo no mesmo nível ou melhor que Lost. Ainda bem que eu estava errado, acabei conhecendo a melhor série que já assisti.

Michael Scofield (Wentworth Miller) é um homem desesperado, seu irmão Lincoln Burrows (Dominic Purcell), está no corredor da morte e será executado em alguns meses, após ser condenado por um assassinato que Michael está convencido que Lincoln não cometeu. Sem outras opções e com o tempo acabando, Michael assalta um banco para ser preso e levado para a penitenciária estadual Fox River, o mesmo local onde seu irmão está cumprindo pena. Uma vez lá dentro, Michael — um engenheiro civil — começa a executar um elaborado plano para libertar Lincoln e provar a inocência dele. Via Wikipedia.



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Música: Audioslave, Soundgarden, Temple Of The Dog e Chris Cornell

A mais ou menos 3 anos atrás, um rapaz que trabalhava comigo comentou que era fã de uma banda chamada Audioslave, eu já tinha ouvido falar, mas como nessa época eu não era tão fissurado por conhecer novas bandas, acabei não tendo curiosidade suficiente para pesquisar algo sobre a banda.

De lá pra cá em raras ocasiões li ou ouvi algo a respeito. Mas algum tempo atrás o guitarrista da banda que faço parte, fez um comentário positivo sobre o Audioslave. Como ele tem um gosto musical parecido com o meu, resolvi conferir.

A primeira música que ouvi foi Like a Stone, de cara gostei muito do som, me impressionou a voz do vocalista, fazia algum tempo que não me deparava com uma voz tão diferente, uma voz “rasgada” e forte.


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